
Buffet de café da manhã em hotel coreano – 70 fotos e review sincero
Índice
17 itens
Buffet de café da manhã no Shilla Stay Ulsan — primeira impressão
Buffet de café da manhã do Shilla Stay Ulsan (Shilla Stay Ulsan Breakfast Buffet) — fui no dia 7 de março, às 7h da manhã. Eu, meu irmão mais novo e minha esposa, nós três estávamos viajando para Gyeongju e reservamos hospedagem em Ulsan, uma grande cidade industrial no sudeste da Coreia, a cerca de 4 horas de Seul. Pegamos o pacote com café da manhã para 2 pessoas por cerca de R$600. Se fosse pagar o café da manhã separado, sairia R$140 por pessoa, então o pacote com certeza compensa.
O Shilla Stay é uma marca separada operada pela mesma empresa do The Shilla, que é famoso na Coreia como hotel de luxo. A categoria é completamente diferente. Enquanto o The Shilla é um luxo 5 estrelas, o Shilla Stay é um hotel business, então os preços são bem mais baixos. Tem bastante gente que vê o nome "Shilla" e já acha que vai ser caro, mas não tem nada a ver.
Este post mostra, foto por foto, cada item do buffet de café da manhã do Shilla Stay Ulsan que comi naquela manhã. Eu não queria fazer aquele tipo de review que tira umas poucas fotos e termina com "foi bom~". É preciso mostrar tudo que tem no buffet para as pessoas poderem decidir antes de reservar, então fotografei item por item. Só de fotos são mais de 60. Este blog é traduzido para mais de 70 idiomas além do coreano — português, inglês, japonês, chinês — então eu queria que estrangeiros pudessem ver com os próprios olhos, pelas fotos, o que aparece num café da manhã de hotel coreano.
Entrada e assentos do buffet de café da manhã

Descendo do elevador no 2º andar, a entrada do buffet já aparece logo ali. Nem precisa procurar, é descer e já está na frente. Uma coisa que notei ao entrar é que, como Ulsan fica perto de Busan (a segunda maior cidade da Coreia, com bastante turismo internacional), tinha bastante hóspede estrangeiro. Eu moro em Daejeon, uma cidade grande a cerca de 2 horas ao sul de Seul, e nos hotéis de lá quase nunca vejo estrangeiros. O clima era diferente.


Os assentos eram majoritariamente mesas para 2 pessoas. Do lado da janela, através de grandes vidros, dava para ver as ruas da cidade lá embaixo, e de manhã a luz natural era bem boa. O lado de dentro tinha um clima diferente por causa das paredes escuras e a iluminação, mas eu preferi o lado da janela. O espaço entre as mesas era confortável, não incomodava quem estava do lado, e cada lugar já tinha talheres e guardanapo posicionados previamente.
Banchan — acompanhamentos coreanos do buffet

Esta é a seção de banchan (acompanhamentos coreanos). Raiz de lótus glaceada, kimchi, geotjeori (kimchi fresco), espinafre temperado, pickles em molho de soja — tudo enfileirado de um lado. Eu acho que a variedade dessa seção de banchan no buffet de café da manhã de hotel coreano mostra o nível de dedicação do hotel, e o Shilla Stay Ulsan, para um hotel business, caprichou bastante. Fotografei tudo item por item, então vou mostrando um a um.

Sigeumchi namul (espinafre temperado). É um dos acompanhamentos mais comuns na comida caseira coreana — espinafre cozido misturado com óleo de gergelim (sesame oil), sal e sementes de gergelim. Não é picante e tem um sabor tostado, então mesmo quem nunca comeu comida coreana pode comer tranquilamente. Tinha pimentão misturado, o que deixava a cor bonita, e é o acompanhamento perfeito para comer com arroz de manhã.

Gukmul kimchi (kimchi à base de água). É repolho picado e submerso no caldo, muito mais suave e refrescante que o kimchi normal. O nível de picância é praticamente zero. Na Coreia, as pessoas comem isso misturado com arroz ou como limpador de paladar entre comidas pesadas. Quando o estômago está pesado de manhã, uma colher desse caldo e você já se sente leve.

Geotjeori (kimchi fresco). Quando se fala em kimchi, a maioria pensa no fermentado, mas o geotjeori é kimchi preparado recentemente. O repolho fica crocante e o tempero é fresco, então a textura é completamente diferente do kimchi fermentado. Leva pimenta vermelha em pó, então é um pouco picante, mas não tem aquela acidez característica do kimchi maturado.

Jangajji (vegetais em conserva no molho de soja). Pimenta, broto de alho, cebola e outros vegetais mergulhados em molho de soja — é salgadinho com um toque adocicado. Tem pimenta, mas o processo de curtir tira boa parte da picância, então não arde como pimenta crua. Colocando por cima do arroz, o tempero fica na medida certa.

Ojingeo jeotgal (lula salgada e fermentada). Esse aqui, sinceramente, divide opiniões. É bem picante, salgado e tem aquele sabor umami forte da fermentação. Até os coreanos só colocam um pouquinho em cima do arroz — não é algo que se come em grande quantidade. Se for a primeira vez, experimente só um pouquinho.

Yeongeun jorim (raiz de lótus glaceada). Cozida em molho de soja, açúcar e xarope de milho — doce e salgada ao mesmo tempo. A textura é crocante e ao mesmo tempo mastigável. Por causa do formato com furinhos, é um dos acompanhamentos que mais intriga os estrangeiros, mas como não é picante e tem um lado adocicado, a maioria come sem problema. É o banchan favorito da minha esposa, então ela encheu o prato.

Mumalleangi muchim (rabanete seco temperado). Rabanete fatiado fino, desidratado e depois temperado com pimenta vermelha em pó, óleo de gergelim e extrato de ameixa — a textura elástica e mastigável é a marca registrada. Quanto mais mastiga, mais o doce do rabanete aparece.
Só passei pela seção de banchan e o prato já estava pesado. E eu nem tinha ido na seção de pães e pratos ocidentais ainda.
Pães e confeitaria

Vamos para a seção de pães. Começando pelo croissant. Era tamanho mini, bom para comer em uma mordida — crocante por fora e macio por dentro, não estava ruim. Mas não tinha aquele feeling de recém-saído do forno, era o nível que você encontra normalmente em buffets de hotel.

Cinnamon swirl. Docinho com um aroma de canela bem forte. Com café, era uma combinação boa.


Vanilla crown e apple crown. Os dois são massa folhada com creme ou recheio de maçã por cima, mas o apple crown estava mais gostoso. O de baunilha era meio enjoativo.

As geleias eram quatro tipos: manteiga, geleia de morango, geleia de maçã e geleia de mirtilo.

Morning roll. Na Coreia, esses pãezinhos redondos e pequenos são chamados de "morning bread" — são macios e levemente adocicados. Mesmo sem geleia, já estava bom assim.

Mini panini. Estava coberto com um pano branco para manter aquecido, e a textura mastigável era diferente do morning roll.


Tinha também fatias de pão de centeio e pão branco, e logo ao lado uma torradeira para você tostar na hora.

Baguete de nozes e baguete simples. Estavam inteiras em cima de uma tábua com faca do lado, para cortar quanto quisesse. Só de tipos de pão já chegava perto de dez, então mesmo quem não curte comida coreana consegue encher a barriga só com pão de manhã.
Waffles e coberturas



Tinha waffle também. Era tamanho mini, dobrado ao meio e apoiado em pé — levemente crocante por fora e úmido por dentro. As coberturas eram quatro: compota de cereja, chantilly, maple syrup e nozes picadas. Minha esposa comeu cereja com chantilly, e eu coloquei syrup com nozes — sinceramente, a combinação syrup + nozes ficou melhor. O waffle em si não era muito doce, então precisava de uma boa dose de calda para o sabor aparecer.
Estação de noodle de arroz — destaque do buffet

Este foi o canto que mais gostei no buffet de café da manhã do Shilla Stay Ulsan. Em caixas de madeira estavam separados o macarrão de arroz, repolho, broto de feijão (bean sprouts) e cogumelo ostra (oyster mushroom), e você escolhe os ingredientes que quer em uma tigela, entrega para o funcionário, e ele cozinha ali na hora e serve com caldo quente.
Eu já comi uma noodle station parecida no Hilton Millennium em Bangkok, e sinceramente, aqui não ficou atrás. Para um café da manhã de hotel business, esse nível me surpreendeu.




O cogumelo ostra já estava desfiado, era só pegar. O broto de feijão adiciona uma textura crocante. O macarrão de arroz era do tipo achatado, parecido com o do pho vietnamita. O repolho, quando vai no caldo, solta uma doçura, então coloque junto com certeza. Eu coloquei os quatro ingredientes, mas meu irmão tirou o cogumelo.

Os molhos eram quatro: hoisin, penang, sriracha e óleo de pimenta. Eu coloquei um pouco de sriracha e um fio de óleo de pimenta — comer apimentado logo de manhã deu aquela acordada no estômago. Quem não curte picante, só o hoisin já dá bastante umami.
Dumpling, naan e curry

Mandu (dumpling coreano) em cestos de bambu. Eram no estilo cozido no vapor, então a massa ficava úmida e dava para ver o recheio por dentro — tinha legumes e carne. Tamanho de uma mordida, fácil de pegar e comer, é só mergulhar no molho de soja.

Naan — e esse foi um dos meus itens favoritos do café da manhã. Mas quando cheguei já estavam sobrando poucos. E eu fui às 7h da manhã! Então se chegar mais tarde, pode ser que não tenha mais.

Do lado do naan, tinha curry para comer junto. Era um curry cremoso alaranjado, com um pouco de creme por cima e consistência grossa. Não é picante, é suave — molhar o naan e comer combina demais. Essa combo naan + curry foi meu TOP do dia. Foi mais encorpado e gostoso que o curry do café da manhã do Hyatt em Kota Kinabalu.
Pratos quentes ocidentais

Ovos mexidos. A quantidade era boa, mas estavam um pouco secos demais. Se você espera um scrambled egg cremoso, pode se decepcionar.

Bokkeumbap (arroz frito coreano). É um item que aparece em quase todo buffet de café da manhã de hotel coreano. Estava ok, no padrão. Comendo com kimchi, o sabor melhorou um pouco.

Vagem, cogumelo e pimentão salteados. Leve e simples. Servia para limpar o paladar entre as carnes.

Bacon. Não era do estilo crocante, era mais macio, mas o sal estava na medida certa e ficava bom com pão. Esse também foi um dos itens que eu mais gostei.

As salsichas vieram cortadas em tamanho de uma mordida, com marcas de grelha na superfície e temperadas com ervas — o sabor era bem melhor que salsicha comum. Meu irmão repetiu três vezes só disso. "Mano, essa salsicha é muito boa. Vou comer só isso." Depois do naan + curry, essas salsichas e o bacon foram meu TOP.

Gratinado de batata. O queijo estava derretido e dourado por cima, mas sinceramente, para comer de manhã era um pouco pesado. Quem curte queijo vai gostar.

Era um pão com creme de confeiteiro assado por cima, com lâminas de amêndoa salpicadas. Acho que era french toast com alho, mas não lembro o nome exato do menu. Era doce a ponto de parecer sobremesa.
Saladas e frios
A essa altura, antes mesmo de dar uma volta completa no buffet, eu já estava no segundo prato. Meu irmão já tinha sentado e estava comendo, e eu nem tinha ido na seção de saladas ainda.

Seção de toppings e molhos para salada. Vinagre de vinho tinto, vinagre balsâmico, azeite de oliva e moedor de pimenta enfileirados, além de croutons, azeitona preta, semente de girassol e azeitona verde. Dava para montar o próprio molho ajustando a proporção de vinagre e azeite, então cada um podia fazer do seu jeito.

Salame. Do tipo com grãos de pimenta cravados, então ao mastigar soltava aquele aroma picante. Perfeito para colocar em cima do pão.

Beer ham. Mais fino que o salame e com uma cor rosa-claro, dava para ver as fibras da carne, então era claramente diferente de um presunto prensado comum. Sabor suave, ideal para quem acha salgado demais pesado.

Visão geral dos dois tipos. A apresentação estava aberta como uma flor, e para um buffet, dava para sentir o capricho. Porém, se tivesse mais um tipo como prosciutto ou presunto defumado, as opções seriam mais amplas — isso eu senti falta.
Salada de vegetais

Visão geral da seção de saladas. Três grandes bowls com borda de madeira, cada um com vegetais diferentes, e dois tipos de molho — um alaranjado à base de cenoura e um honey lemon. Tinha também um aviso de alergênicos em inglês e coreano, facilitando a consulta pelos hóspedes estrangeiros.

Bok choy. Estava inteiro com o talo, bem crocante. Sem amargor e com bastante água, bom para pegar uma porção leve.

Alface. Estava fresca, mas era só alface americana — se tivesse alface romana ou roxa junto, seria melhor.

Folhas de beterraba vermelha. Os talos roxos intensos eram bem bonitos. Folhas de beterraba não são comuns em buffets coreanos, então chamou minha atenção — com azeite e balsâmico, o amargor ficou equilibrado.

Salada de cenoura ralada. O sabor agridoce era forte, ótimo para abrir o apetite. No mesmo prato com salame, o salgado e o azedinho combinavam bem.

Salada de fusilli. Sinceramente, o molho era meio grosso e enjoativo. Uma ou duas colheres e já chega.

Salada de cevada. Cevada cozida com cranberry, lâminas de amêndoa e pimentão misturados. A textura granulada da cevada com a doçura da cranberry era o ponto alto, mas a quantidade era de apenas um bowl, então se fosse popular ia acabar rápido.
Bebidas

Seção de bebidas. Jarras de vidro enfileiradas sobre bases de madeira — amarelo, transparente, vermelho, verde-claro — as cores eram tão variadas que ficava bem bonito. A luz da manhã passando pelas jarras fazia as cores parecerem ainda mais vivas.

Suco de ameixa. Mais azedo que doce, o sabor ácido vinha primeiro. Perfeito para limpar a boca depois de comidas gordurosas. Minha esposa também disse "esse suco é o melhor".

Suco de uva verde. Bem mais suave e adocicado que o de ameixa. Se você espera um sabor de fruta intenso, pode achar meio sem graça.

Suco de gamgyul. Na Coreia, gamgyul é a tangerina especial da Ilha de Jeju — menos ácida que suco de laranja comum e com a doçura mais presente. Para beber com pão, esse era o mais versátil.
Frutas, cereal e iogurte

As frutas eram três tipos: banana, laranja e maçã. A laranja estava cortada em meia-lua, e a maçã em fatias fáceis de comer. Bom para ir pegando de leve durante a refeição.

Os cereais eram três tipos em bowls: corn flakes, fruit rings e choco balls. O leite era de dois tipos: leite comum e leite de aveia. Ter leite de aveia disponível era claramente pensando em hóspedes com intolerância à lactose ou veganos. Achei bem atencioso. Mesmo no Miramar em Taiwan ou no Novotel em Bangkok, lugares que oferecem leite de aveia eram raros.

Close-up do corn flakes. A informação de alérgenos indicava trigo e soja.

Iogurte eram dois tipos: natural e de hallabong. Hallabong é uma variedade especial de tangerina de Jeju — encontrar num café da manhã de hotel foi uma surpresa boa. O natural não era estilo grego, era mais líquido, mas para jogar no cereal essa consistência era até melhor. O de hallabong tinha um aroma suave de tangerina com doçura na medida, bom até para comer puro.

Muesli. Base de aveia com passas, sementes de abóbora, lâminas de amêndoa e pedacinhos de frutas secas. A quantidade já estava um pouco reduzida, parece que era popular.
Café e chá

A máquina de café era uma automática da marca EGRO. Estava escrito que usa grãos italianos COVA — o sabor é claramente melhor que café de conveniência, mas não chega ao nível de uma cafeteria especializada, exatamente o nível de máquina de café de buffet de hotel. Como só tinha uma máquina, no horário de pico pode ser preciso esperar um pouco.

Os chás eram da marca Ahmad Tea: English Breakfast, Earl Grey e chá de trigo sarraceno (buckwheat tea). Canela em pó também estava disponível separadamente. Meu irmão, que não bebe café, tomou Earl Grey com um toque de canela e disse "mano, esse aroma é muito bom".
Omelete feito na hora

O omelete era feito no canto de preparo ao vivo. Você diz ao funcionário os ingredientes que quer e ele prepara ali na sua frente. Eu pedi com presunto, queijo e pimentão. Ficou dourado por fora e macio por dentro, num ponto cremoso. Só que no horário de pico da manhã, tinha umas três ou quatro pessoas na fila, então precisou esperar um pouco.
Meus pratos
Depois de dar a volta completa no buffet, esses são os pratos que eu realmente montei e comi. O legal do buffet é justamente como você combina as coisas, né.

Primeiro prato. Beer ham e bacon como base, duas salsichas, vagem, uma colher de gratinado de batata e um pedaço de panini. O sabor suave do beer ham contrastava com o salgadinho do bacon, bom para ir alternando. O gratinado, depois de colocar no prato, o queijo endureceu e ficou menos gostoso do que comer direto no buffet.

O segundo prato foi um mix coreano-ocidental. Mandu, salame, espinafre temperado, geotjeori, queijo com cracker, naan com curry — tudo num prato só. Parece meio caótico, mas é buffet, essa é a graça, né. Nesse prato, a combinação de geotjeori com queijo foi surpreendentemente boa.

O noodle de arroz pronto. Macarrão achatado com repolho, broto de feijão e cogumelo ostra, com sriracha e óleo de pimenta por cima. O caldo era claro mas com sabor profundo, perfeito para acalmar o estômago de manhã.

Terceiro prato. Espinafre temperado, salada de cenoura ralada, salada de cevada, salada de fusilli, gratinado de batata e lula fermentada — um pouquinho de cada. A salada de cevada manteve a textura mesmo no prato, e a lula fermentada — pegar só um pouquinho foi a decisão certa.

Por último, dois bowls de cereal. Corn flakes misturado com choco balls e leite, e muesli com leite para amolecer. O corn flakes tem que comer rápido enquanto está crocante, e o muesli fica mais gostoso depois de amolecer um pouco. Sinceramente, a essa altura eu já estava bem cheio e era meio que forçando para comer.
Avaliação geral do buffet de café da manhã
Em termos de custo-benefício, fiquei satisfeito. Pacote com café da manhã para 2 por cerca de R$600, com essa variedade toda — sinceramente senti que comi muito bem. Mesmo pagando R$140 separado por pessoa, não seria dinheiro desperdiçado.
O que mais gostei foi a combinação naan + curry, salsichas, bacon e a estação de noodle de arroz. Especialmente o noodle — como o funcionário cozinha na hora, eu fui com expectativas baixas por ser um hotel business e me surpreendi. Já comi noodle stations parecidas no Hilton Millennium em Bangkok e no Hyatt em Kota Kinabalu, e aqui não ficou atrás.
Pontos negativos também tiveram. Os ovos mexidos estavam um pouco secos, a variedade de verduras na salada era só alface americana, faltou diversidade. O naan era popular e a quantidade era pouca, então tinha que acertar o timing, e ter só uma máquina de café causava fila no horário de pico — isso também incomodou um pouco.
Espero que esse post seja útil para quem tem curiosidade de saber como é um buffet de café da manhã em hotel coreano, ou para quem está pensando em reservar o Shilla Stay Ulsan. Da próxima vez, pretendo visitar um Shilla Stay em outra cidade. É a mesma marca, mas quero comparar como o café da manhã muda de uma unidade para outra.
Informações básicas do Shilla Stay Ulsan
- Nome do hotel: Shilla Stay Ulsan
- Endereço: 200 Samsan-ro, Nam-gu, Ulsan (cerca de 4 horas ao sudeste de Seul)
- Telefone geral: +82-52-901-9000
- Telefone do buffet (café): +82-52-901-9107
- Horário do café da manhã: dias úteis 06:30–09:30 / fins de semana e feriados 07:00–10:00
- Preço do café da manhã: adulto 1 pessoa aprox. R$100–R$140 (pode variar conforme a época)
- Check-in: 15:00 / Check-out: 12:00
- Estacionamento: hóspedes R$22/noite (estacionamento subterrâneo)
- Localização do buffet: 2º andar do hotel
Este post foi publicado originalmente em https://hi-jsb.blog.